e-Global

Moçambique: Distrito de Montepuez lança obras de infra-estruturas sociais em Namanhumbir com financiamento de 2,75%

A Administradora do Distrito de Montepuez, Jenuína Charles Nangundo Frederico, dirigiu, nesta semana ( a 26 de Outubro, a cerimónia do lançamento da primeira pedra para a construção de infra-estruturas sociais no Posto Administrativo de Namanhumbir, província de Cabo Delgado, no âmbito do fundo de 2,75% das receitas provenientes da exploração dos recursos minerais.

O projecto contempla a construção de 10 salas de aulas, distribuídas pelas aldeias de Nazimoja e Ntente e pela Escola Secundária de Wicuburi, bem como dois compartimentos destinados ao internamento de doentes no Centro de Saúde de Namanhumbir.

Do total de salas previstas, três serão construídas na aldeia de Nazimoja, quatro na Escola Secundária de Wicuburi e outras três na aldeia de Ntente. As obras visam melhorar as condições de ensino e de assistência sanitária às comunidades locais.

Segundo a informação divulgada pelo Governo do Distrito de Montepuez, as novas infra-estruturas escolares deverão beneficiar cerca de 5.000 alunos que, actualmente, frequentam aulas debaixo de árvores, uma situação que evidencia os desafios enfrentados pelas comunidades no acesso a condições adequadas de aprendizagem.

A execução das obras está a cargo das empresas ATS Construções, Lda., Terenciano Construções, Strong Engenharia e Serviços, SUCON (Supera Construções) e Serage Construções, com um prazo de 90 dias, contado a partir do lançamento da primeira pedra.

O financiamento provém do Orçamento do Estado, através do fundo correspondente a 2,75% das receitas da exploração dos recursos minerais, mecanismo destinado a apoiar o desenvolvimento das comunidades abrangidas pela actividade mineira.

Durante a cerimónia, Jenuína Charles Nangundo Frederico apelou às empresas contratadas para que observem rigorosamente os padrões de qualidade exigidos e cumpram os prazos estabelecidos, de modo a garantir a conclusão e a entrega atempada das infra-estruturas às comunidades beneficiárias.

Exit mobile version