A ministra das Finanças de Moçambique, Carla Louveira, considera que o desenvolvimento do país exige fontes de financiamento diversificadas, sustentáveis e crescentes, baseadas na mobilização da poupança interna e do investimento externo.
“O mercado de capitais é, neste contexto, um instrumento incontornável, não apenas como alternativa ao financiamento bancário, mas como mecanismo de democratização do acesso ao investimento”, afirmou.
A observação foi feita durante a cerimónia de premiações da Bolsa de Valores de Moçambique (BVM 2026). No encontro estiveram presentes os presidentes da Bolsa de Valores de Cabo-Verde e de Angola, entre outras personalidades.
De acordo com uma nota divulgada na página eletrónica do Ministério das Finanças, a Bolsa de Valores foi marcada por uma trajetória de resiliência e um compromisso constante com a modernização ao longo dos 27 anos da sua existência.
