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Moçambique: Moçambicanos na diáspora contra a actuação da polícia no seu país

O repúdio em relação à má actuação da Polícia moçambicana não preocupa apenas organizações e cidadãos residentes naquele país, mas também aqueles que se encontram na diáspora.

É nesse contexto que, por meio de um comunicado, alguns moçambicanos na diáspora lançam duras críticas contra a Polícia da República de Moçambique, com destaque para a Unidade de Intervenção Rápida (UIR), que, durante o processo eleitoral e pós-eleições, tem se envolvido em violações dos direitos humanos.

“É inconcebível que, em um Estado de direito democrático, os cidadãos sejam tratados como criminosos sem justificativas adequadas. As cenas de agressão, abuso de poder e desrespeito à dignidade humana têm se tornado cada vez mais frequentes, gerando um clima de medo e insegurança entre os cidadãos”, manifestaram sua indignação.

No mesmo documento, os moçambicanos na diáspora defendem que chegou o momento de adotar uma abordagem humanizada e respeitosa em relação aos cidadãos, a fim de salvaguardar o direito à vida.

O texto também aborda que a violência perpetrada pelos agentes da Polícia moçambicana não é a solução para os problemas sociais e de segurança que Moçambique atravessa.

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