Mais de metade dos jovens da Geração Z em Portugal continua a viver com os pais ou familiares, enquanto 93,4% consideram que os salários não acompanham o custo de vida, revela um estudo da Randstad Research.
O relatório indica que 55,8% dos inquiridos gastam mais de 40% do rendimento mensal em despesas com habitação e quase um quarto recorre a duas ou mais fontes de rendimento. Além disso, 37,5% mudaram de emprego no último ano, sobretudo por falta de oportunidades de progressão na carreira.
O estudo mostra ainda que a flexibilidade no trabalho é uma prioridade para esta geração, com mais de um quarto dos jovens a rejeitar propostas mais bem remuneradas sem possibilidade de teletrabalho. Também conclui que a maioria utiliza ferramentas de inteligência artificial no dia a dia, embora muitos nunca tenham recebido formação nesta área.
