O partido Chega consolidou-se como a segunda força política no Parlamento, ultrapassando o Partido Socialista (PS), graças aos resultados obtidos nos círculos da emigração.
Com 26,15% dos votos dos emigrantes, o Chega elegeu dois deputados — um pelo círculo da Europa e outro pelo círculo Fora da Europa — totalizando 60 assentos parlamentares, contra os 58 do PS.
A Aliança Democrática (AD), liderada por Luís Montenegro, também beneficiou do voto da diáspora, elegendo dois deputados adicionais e alcançando um total de 91 lugares na Assembleia da República.
Com este desfecho, o Chega assume pela primeira vez o papel de líder da oposição, marcando uma mudança significativa no panorama político português.
