O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, disse considerar “bastante grave” a nova Constituição anunciada pelo Alto-Comando militar guineense e a prisão “arbitrária” do líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira.
Recorde-se que Portugal decidiu suspender a ajuda militar ao país lusófono, mas manteve o auxílio à população.
Rangel informou nesta terça-feira, 20 de janeiro, que vai brevemente à sede da CEDEAO para analisar a situação na Guiné-Bissau.
O governante partilhou ainda que na semana passada esteve reunido com o seu homólogo timorense, Bendito Freitas, uma vez que Timor-Leste detém, até 2027, a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), e que Bissau foi um dos temas centrais do encontro.
