Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, membros da sua família e várias entidades ligadas ao Estado cubano. A medida faz parte da estratégia da administração norte-americana para aumentar a pressão sobre o Governo da ilha.
Além de Díaz-Canel, foram também visados familiares próximos e figuras associadas à estrutura política cubana. As sanções incluem restrições financeiras e limitações ao acesso a bens ou interesses que possam estar sob jurisdição dos Estados Unidos.
A decisão surge num momento de crescente tensão entre Washington e Havana. Nos últimos meses, os EUA já tinham aplicado medidas semelhantes contra outros responsáveis cubanos, alegando preocupações relacionadas com direitos humanos e governação.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que pretende ver Cuba tornar-se um país mais estável e próspero, defendendo mudanças políticas e económicas na ilha.
Por sua vez, as autoridades cubanas consideram estas ações uma tentativa de interferência externa e rejeitam qualquer pressão destinada a influenciar os assuntos internos do país.
As novas sanções acontecem numa fase particularmente difícil para Cuba, que continua a enfrentar desafios económicos, escassez de bens essenciais e problemas no setor energético.
