A Faculdade de Direito da Universidade de Chicago vai proibir o uso de portáteis, tablets e telemóveis nas disciplinas obrigatórias do primeiro ano, numa medida destinada a reforçar o pensamento crítico e o raciocínio jurídico sem recurso à inteligência artificial.
Os estudantes terão de recorrer a apontamentos em papel, enquanto alguns colegas designados ficarão responsáveis por elaborar notas digitais partilhadas com a turma.
A instituição esclarece que não pretende afastar a IA do ensino, mas sim garantir que os alunos desenvolvem primeiro competências fundamentais antes de utilizarem estas ferramentas.
Os exames serão realizados presencialmente e sem acesso à internet, enquanto a utilização da IA será introduzida de forma gradual em disciplinas específicas, como investigação e redação jurídica, onde servirá de apoio apenas após os estudantes dominarem os métodos tradicionais de análise e argumentação.
