O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, voltou a defender o desenvolvimento de modelos de inteligência artificial de código aberto, criticando empresas como a OpenAI e a Anthropic por manterem sistemas fechados. Para o responsável, limitar o acesso à tecnologia contraria o progresso da inovação e concentra demasiado poder num pequeno número de organizações, defendendo que a IA deve ser amplamente acessível e descentralizada.
Zuckerberg rejeita também a ideia de uma única superinteligência capaz de responder às necessidades de toda a humanidade. Em alternativa, a Meta aposta em sistemas personalizados, adaptados ao contexto e às necessidades de cada utilizador, combinando grandes modelos de linguagem com dados do quotidiano para oferecer assistência mais individualizada em áreas como saúde, produtividade e gestão de tarefas.
O líder da Meta considera ainda exagerados os discursos alarmistas sobre os riscos da IA e defende uma visão mais equilibrada do impacto da tecnologia. Apesar das preocupações com a automação, argumenta que a expansão da infraestrutura de IA continuará a criar emprego e opõe-se a restrições ao acesso a modelos chineses, sustentando que a competitividade deve resultar da inovação e não de barreiras regulatórias.
