Durante o ano de 2024 foram contabilizados cerca de 135 mil nascimentos, metade dos ocorridos há 30 anos, o Chile aproxima-se rapidamente de uma situação demográfica negativa que põe em risco a sua viabilidade como país.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou a situação, que compromete seriamente os sectores da saúde e das pensões nos próximos tempos, à medida que a pirâmide demográfica se transforma.
Este baixo número de crianças vivas nascidas prevê um panorama complexo para o país, pois haverá menos mãos para trabalhar, mais peso fiscal para os reformados e cada vez mais se acentua o envelhecimento do Chile.
O INE aponta o ano de 2050 como o ponto de viragem, em que os maiores de 60 anos representarão 32,14% da população, em contraste com os 10,1% que este país sul-americano apresentava no início do século XXI.
Especialistas já defendem medidas urgentes de promoção da natalidade, de natureza fiscal, licença pós-natal prolongada, entre outras iniciativas.
