O governo de Nicolás Maduro “colocou a cabeça a prémio” do embaixador Edmundo González Urrutia. Para quem fornecer informações que permitam a captura do líder da oposição receberá 100 mil dólares.
No melhor estilo “far west”, a administração Maduro pretende pôr fim às alegadas atividades terroristas do diplomata reconhecido por vários governos em todo o mundo, como o presidente eleito da Venezuela.
Enquanto isso, González Urrutia não pára e inicia uma viagem internacional, que o levará já este sábado, 4 de janeiro, à Argentina e será recebido na Casa Rosada pelo presidente Javier Milei.
González Urrutia poderá visitar o Chile, na passagem pela América do Sul, embora o seu encontro com o presidente Gabriel Boric Font esteja em dúvida devido à viagem à Antártica que o presidente realizará.
A Venezuela e a Argentina mantêm uma forte tensão diplomática, não só devido ao cerco à sua sede em Caracas, mas também à prisão do Gendarme Nahuel Gallo a 8 de dezembro.
Perante a pressão da comunidade internacional, o governo de Maduro ofereceu esta quinta-feira “prova de vida” ao gendarme que estava detido na fronteira com a Colômbia, quando tentava visitar a namorada e a filha em Caracas.
