Investigadores da Universidade de Osaka identificaram um tipo raro de célula imunitária, as CD4 CTLs, que aparece em maior quantidade nas pessoas com mais de 100 anos. Nos indivíduos com 110 anos ou mais, estas células representavam cerca de 17,6% das células T analisadas, contra 4% entre os 70 e os 99 anos.
Os resultados sugerem que estas células podem desempenhar um papel na manutenção das defesas do organismo, nomeadamente na eliminação de células envelhecidas e na vigilância contra tumores. No entanto, os investigadores alertam que ainda não é possível afirmar que as CD4 CTLs sejam responsáveis pela maior longevidade.
