A China e a União Europeia confirmaram a adesão ao plano do Brasil para padronizar o mercado mundial de créditos de carbono, reconhecendo o país como um dos principais líderes da governação climática internacional.
A iniciativa, negociada ao longo de 2024 e 2025, pretende unificar critérios de medição, verificação e certificação, aumentando a transparência e credibilidade do sistema.
Com o apoio das duas maiores potências económicas, o projeto ganha escala global e reforça o papel do Brasil como referência na conciliação entre crescimento económico e sustentabilidade.
A medida também fortalece a posição diplomática brasileira, aproximando países desenvolvidos e emergentes e abrindo novas oportunidades para o agronegócio sustentável, a bioeconomia e a energia limpa.
Com esta adesão, o plano brasileiro torna-se um marco da governação climática global e posiciona o país na linha da frente da economia verde.
