A Mette Frederiksen demitiu-se após vencer as eleições legislativas sem maioria absoluta, iniciando o processo de formação de um novo governo.
Apesar da vitória do Partido Social-Democrata, com 21,8% dos votos, a coligação de esquerda não alcançou os 90 lugares necessários para governar. Frederiksen continuará como primeira-ministra interina enquanto decorrem negociações, que deverão ser complexas.
O partido centrista Moderados surge como peça-chave para a formação do próximo executivo, num cenário político fragmentado que exige acordos entre diferentes forças.
