Um estudo do Deutsche Bank sobre o custo dos produtos alimentares em cidades europeias revela grandes diferenças nos preços em 2025. Genebra, na Suíça, é a cidade com os preços mais elevados, com um índice de 106, ou seja, 6% mais caro que Nova Iorque, usada como referência. Zurique segue de perto, com índice 103.
Outras cidades caras são Oslo (78), Paris (71) e Luxemburgo (66). Já as cidades mais baratas são Budapeste e Varsóvia, com índice 37, significando que o custo dos alimentos é 63% inferior ao de Nova Iorque. Lisboa destaca-se entre as cidades mais acessíveis, com índice 44.
Entre as grandes economias europeias, Paris apresenta os preços mais altos para alimentação, sendo 54% mais cara que Madrid, onde os alimentos são mais baratos. Londres, Berlim e Roma situam-se em valores intermédios.
Estas diferenças refletem custos locais, políticas económicas e influências como o turismo, afetando o orçamento das famílias e as decisões de vida. O estudo sublinha a importância de considerar estas variações no planeamento económico, sobretudo num contexto de inflação global.
