A União Europeia está a reforçar o direito à reparação, com novas regras para facilitar e tornar mais barato reparar eletrodomésticos em vez de os substituir.
Os fabricantes terão de disponibilizar peças, manuais e serviços de reparação durante vários anos, mesmo após o fim da garantia. As medidas também facilitam a desmontagem dos aparelhos e limitam obstáculos às reparações por técnicos independentes.
Durante a garantia, quem optar pela reparação terá direito a uma extensão de 12 meses da cobertura. O objetivo é reduzir os custos para as famílias e combater o desperdício de milhões de toneladas de equipamentos na UE.
A iniciativa responde ainda à preferência dos consumidores: 77% dos europeus dizem preferir reparar aparelhos avariados, mas muitos acabam por substituí-los devido ao custo das reparações e à dificuldade em encontrar peças.
