O mercado de trabalho europeu continua a criar emprego, mas a um ritmo mais lento. Entre o primeiro trimestre de 2025 e o mesmo período de 2026, os 33 países analisados ganharam apenas 332 mil trabalhadores.
Portugal destacou-se pela positiva, com mais 82 mil pessoas empregadas, um crescimento de 1,66%, o quarto maior aumento absoluto da análise. Espanha liderou, com mais 430 mil trabalhadores, seguida de França e Polónia.
Em sentido contrário, a Turquia perdeu cerca de 392 mil trabalhadores, enquanto Hungria, Alemanha e Itália também registaram quedas.
Apesar da desaceleração, foram anunciadas mais de 10 milhões de vagas na Europa. As maiores necessidades concentram-se em trabalhadores técnicos, profissionais de escritório, metalurgia e maquinaria, operadores de máquinas e condutores.
Os dados revelam, assim, um mercado de trabalho europeu cada vez mais desigual, com alguns países a criar emprego enquanto outros começam a perder trabalhadores.
