Os ataques russos contra a Ucrânia voltaram a intensificar-se nos últimos dias, com sucessivas ondas de bombardeamentos com drones e mísseis a atingir várias regiões do país, incluindo a capital, Kiev.
Segundo autoridades ucranianas, os ataques têm provocado vítimas civis e destruição de infraestruturas residenciais, num contexto em que os esforços diplomáticos para um cessar-fogo permanecem sem avanços significativos.
Na madrugada de 14 de maio de 2026, Kiev foi alvo de uma das mais recentes ofensivas, com dezenas de mísseis e centenas de drones lançados contra áreas urbanas. As autoridades locais reportaram mortos e dezenas de feridos, além de danos severos em edifícios habitacionais atingidos diretamente pelos ataques.
Estes ataques surgem poucos dias após o fim de uma curta trégua de três dias, após a qual as forças russas retomaram operações militares em larga escala. Em várias regiões do leste e centro da Ucrânia, foram também registados ataques com drones que causaram novas vítimas civis, evidenciando a continuidade do conflito em múltiplas frentes.
O governo ucraniano acusa Moscovo de manter uma estratégia de pressão militar constante sobre cidades e infraestruturas civis, enquanto a Rússia não tem dado sinais de abrandar a campanha militar. Paralelamente, Kiev tem intensificado ações de retaliação contra alvos militares e energéticos em território russo, o que agrava ainda mais a escalada do conflito.
