Os ataques cibernéticos de grupos ligados ao Irão aumentaram cerca de 700% desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos da América (EUA) ao país.
A informação foi divulgada através de um relatório da VisionWare, uma empresa portuguesa especializada em cibersegurança, proteção de dados, compliance, investigação forense, formação e inteligência estratégica.
Tratam-se de ataques cibernéticos realizados por mais de 170 grupos, de acordo com as declarações do consultor de inteligência estratégica e análise de risco da VisionWare, Diogo Alexandre Carapinha, dadas à revista “Sábado”.
O representante mencionou que são grupos divididos em três tipos, entre os quais “os ATPs, ou Advance Persistent Threats, que estão ligados ao Estado, grupos que não são diretamente ligados ao Estado mas que recebem apoios indiretos e os hacktivistas, que são movidos por questões ideológicas e religiosas”.
Carapinha acrescentou que estes grupos “trabalham, muitas vezes, em coordenação com os grupos que recebem apoio indireto do regime e com os hacktivistas para criar mais impacto”.
