O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou que aceitou o convite para integrar o Conselho da Paz criado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, apesar de críticas iniciais do seu governo à composição do órgão.
O conselho foi inicialmente pensado para supervisionar o cessar-fogo em Gaza, mas evoluiu para uma estrutura mais ampla, destinada a mediar conflitos internacionais. Israel tinha manifestado reservas quanto ao comité executivo, que inclui a Turquia, mas acabou por aderir à iniciativa.
Entre os países que já aceitaram participar estão os Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Hungria, Argentina e Bielorrússia. Outros, como o Reino Unido, a Rússia e a Comissão Europeia, receberam convites mas ainda não responderam.
As declarações de Trump sugerindo que o Conselho da Paz poderia vir a substituir a ONU geraram críticas internacionais, nomeadamente de França, que rejeita qualquer organismo alternativo às Nações Unidas.
