A Bienal Internacional de Arte de Macau 2025 abriu ontem ao público com mais de 30 exposições, entre elas o Pavilhão da Cidade de Portugal, dedicado ao tema “A Reinvenção do Real – Arte Contemporânea Portuguesa na Colecção do Museu do Neo-Realismo”. A mostra, patente na Galeria Tap Seac até 16 de novembro, apresenta pintura, fotografia, instalação e vídeo de artistas portugueses, abrangendo obras realizadas entre 1999 e 2024.
Com curadoria de David Santos e José Maçãs de Carvalho, o pavilhão convida o público a refletir sobre a realidade contemporânea através da arte, em sintonia com o tema geral da Bienal, “Olá, o que fazes aqui?”. O projeto integra-se na estratégia de Macau enquanto plataforma de intercâmbio cultural entre a China e os países de língua portuguesa, reforçando laços e promovendo novas leituras da produção artística.
Organizada pelo Consulado Geral de Portugal em Macau e Hong Kong e pelo Instituto Cultural, com apoio de várias entidades públicas e privadas, a iniciativa resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e o Museu do Neo-Realismo. A entrada é gratuita e a galeria funciona diariamente das 10h00 às 19h00, incluindo feriados.
