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Guiné-Bissau: Jomav lembrou que na sua presidência nunca houve perseguições e raptos

O ex-Presidente da República, José Mário Vaz, vulgo Jomav, recordou aos guineenses que durante o seu mandato, entre 2014 e 2020, “não houve perseguições, raptos, injustiças ou proibição de manifestações”, sublinhando que “cada cidadão era livre de expressar as suas preocupações”.

A declaração foi feita esta terça-feira, 14 de outubro, após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) ter validado a sua candidatura às eleições presidenciais de novembro próximo.

José Mário Vaz afirmou esperar que o próximo escrutínio seja “livre, justo e transparente”, acrescentando que “a Guiné-Bissau precisa reencontrar o caminho da paz duradoura”. O antigo chefe de Estado declarou ainda acreditar ser “o homem certo para garantir a estabilidade”, reforçando a ideia de que o país necessita de liderança equilibrada e conciliadora.

O candidato prometeu que, caso volte à Presidência, usará a sua magistratura de influência para promover o emprego, a liberdade e a igualdade entre os cidadãos guineenses. “O país precisa de serenidade e responsabilidade, valores que devem guiar o próximo ciclo político”, afirmou.

Durante o anúncio, José Mário Vaz anunciou igualmente que Juliano Fernandes, líder da formação política COLIDE-GB, será nomeado Primeiro-Ministro, caso o movimento da oposição vença as eleições legislativas. A decisão, segundo fontes próximas da campanha, visa consolidar uma aliança política mais ampla em torno da candidatura de José Mário Vaz, procurando unir diferentes sensibilidades em defesa de um projeto de estabilidade nacional.

Mamandin Indjai

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