A Renamo decidiu convocar a impressa nesta sexta-feira, 02 de fevereiro, para denunciar a alegada “discriminação de funcionários” na Função Pública em Moçambique devido às suas preferências partidárias.
Estas declarações trataram-se de uma reação ao caso dos sete professores que se queixam de transferências arbitrárias em Vilankulo, na província de Inhambane, alegadamente por motivações políticas.
O porta-voz do maior partido da oposição em Moçambique, José Manteigas, disse concordar com a teoria dos profissionais em questão.
“A decisão dos Serviços Distritais de Educação em Vilankulo representa uma manifesta atitude de intolerância política e vai em contramão ao espírito de inclusão, cidadania e participação política que todos almejamos”, afirmou, citado pelo jornal “O País”.
Manteigas referiu ainda que a Renamo considera que as referidas transferências não têm fundamento legal, sendo “assinadas por uma funcionária da Secretaria dos Serviços Distritais” sem se ouvir os visados.
