A inteligência artificial, a cibersegurança e a disputa tecnológica entre Estados Unidos e China marcaram a cimeira entre Donald Trump e Xi Jinping, realizada em Pequim.
O encontro acontece num momento em que a IA ganha protagonismo em conflitos modernos, sobretudo no Médio Oriente, aumentando preocupações sobre segurança digital e uso militar da tecnologia.
Trump chegou acompanhado de líderes tecnológicos como Tim Cook, da Apple, e Elon Musk, da Tesla, sinalizando a importância estratégica do setor nas negociações. Além da IA, os líderes abordaram temas como Taiwan, Irão, comércio e segurança internacional.
Especialistas defendem que Washington e Pequim procuram evitar que a rivalidade tecnológica evolua para uma nova escalada de tensão global.
Enquanto os EUA mantêm vantagem em chips avançados e infraestrutura tecnológica, a China acelera investimentos em inteligência artificial, robótica e semicondutores, com empresas como Huawei e Alibaba a ganharem força.
As conversações também destacaram a importância das terras raras chinesas, essenciais para tecnologias militares e sistemas avançados de IA.
Analistas consideram a cimeira um momento decisivo para o futuro da competição tecnológica e geopolítica entre as duas maiores potências mundiais.
