Um estudo sueco publicado no Journal of Neurology Neurosurgery & Psychiatry sugere que o consumo regular de peixe magro e gordo pode reduzir o risco de agravamento da incapacidade em pessoas com esclerose múltipla (EM).
A análise acompanhou 2.719 participantes recém-diagnosticados durante 15 anos, verificando que quem consumia mais peixe tinha até 44% menos risco de progressão da doença em comparação com os que comiam pouco ou nada.
Os investigadores destacam que, além dos ácidos gordos ómega 3 presentes no peixe gordo, a taurina – um aminoácido encontrado em peixes e mariscos – pode contribuir para os efeitos protetores, graças às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Apesar de observacionais, os resultados apontam para a dieta como um fator potencialmente relevante na gestão da EM, complementar às terapias existentes.
