A utilização de inteligência artificial no trabalho cresce mais rapidamente nos Estados Unidos do que na Europa, segundo um estudo do Brookings Institute.
Os dados indicam que 43% dos trabalhadores norte-americanos usam IA no contexto profissional, face a 32% dos europeus. Além disso, 34% das empresas dos EUA já integraram estas ferramentas nas suas operações, contra cerca de 20% na União Europeia.
Os investigadores apontam a gestão empresarial como um fator decisivo. Nos EUA, os trabalhadores recebem mais incentivos, formação e acesso a ferramentas de IA, o que favorece a sua utilização.
Na Europa, obstáculos como custos, proteção de dados, questões legais e falta de competências técnicas continuam a limitar a adoção. Ainda assim, países como Reino Unido, Suécia e Países Baixos registam níveis de utilização mais elevados do que a média europeia.
