O “salário do Chile” ou o “Ouro Vermelho”. São estes os nomes atribuídos ao principal produto de exportação e suporte histórico das finanças chilenas: o cobre.
E há, hoje, razões bem fundamentada para que assim seja chamado. Na Bolsa de Londres, o preço da libra de cobre chileno ultrapassa os 4 dólares, o que fortalece substancialmente as finanças do país sul-americano.
Os especialistas atribuem esta situação auspiciosa a vários fatores. O primeiro, a paralisação da operação de extração desse mineral no Panamá, o que reduz a oferta no mercado mundial.
O facto da China e da Índia aumentarem a sua capacidade de fundição deste mineral, nos seus planos de expansão e crescimento, dando ao Chile dois grandes mercados cativos.
As estimativas iniciais sugerem que, se esta tendência continuar, os cofres fiscais do Chile receberão 5.527 milhões de dólares.