EUA acusam ‘hackers’ chineses de ciberataques

Os Estados Unidos acusaram ‘hackers’ chineses de envolvimento num grande incidente de cibersegurança no final do ano passado. O Departamento de Justiça e o Departamento do Tesouro revelaram que os ataques visaram dissidentes chineses, organizações religiosas e meios de comunicação social nos EUA.

A investigação aponta para a empresa I-Soon, cujo fundador, Wu Haibo, teria ligações a grupos de piratas informáticos chineses.
A empresa terá vendido informações roubadas ao governo chinês, cobrando entre 10.000 e 75.000 dólares por conta de e-mail pirateada.

Além disso, os ataques atingiram críticos da China nos EUA, a Agência de Inteligência da Defesa e uma universidade de investigação.
Vários documentos internos mostram que a I-Soon também atacou governos como os da Índia, Taiwan e Mongólia.

A Embaixada da China em Washington negou as acusações, considerando-as “difamação” e pedindo provas concretas.

Entretanto, uma acusação separada aponta para dois ‘hackers’ chineses envolvidos numa campanha de ataques informáticos contra empresas tecnológicas e instituições de defesa e saúde nos EUA.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Subescreve a Newsletter

Artigos Relacionados

Musk falta a depoimento na França em investigação sobre o X e IA Grok

O empresário Elon Musk não compareceu a uma...

0

Portugal: China volta a liderar exportações portuguesas de carne de porco em 2026

A China voltou a assumir a liderança como...

0

Venezuela: Delcy Rodríguez apela aos EUA e à UE fim total das sanções

A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, apelou...

0