Os serviços de informações dos Estados Unidos indicam que a China não planeia, para já, invadir Taiwan em 2027, contrariando previsões anteriores. Segundo o relatório, Pequim considera uma operação militar desse tipo extremamente complexa e com elevado risco de fracasso, sobretudo se houver intervenção americana.
Apesar disso, a China continua a reivindicar Taiwan como parte do seu território e mantém pressão militar na região, com exercícios e presença de navios e aviões nas proximidades da ilha.
A avaliação aponta que, em 2026, Pequim deverá focar-se em criar condições para uma eventual unificação sem recorrer à força, tendo em conta fatores como a sua preparação militar, a situação política em Taiwan e a resposta internacional.
Embora os EUA não reconheçam oficialmente Taiwan como país, continuam a ser o principal parceiro e fornecedor de armamento, mantendo um papel central no equilíbrio da região.