Um estudo da Universidade de Newcastle concluiu que a proibição do acesso às redes sociais para menores de 16 anos na Austrália teve impacto limitado. Três meses após a entrada em vigor da lei, cerca de 85% dos adolescentes continuavam a utilizar estas plataformas.
A investigação aponta falhas nos sistemas de verificação de idade, que dependem sobretudo da declaração da idade ou de selfies, métodos facilmente contornáveis. Muitos jovens recorreram a contas falsas ou VPN para manter o acesso.
Os resultados surgem numa altura em que vários países, incluindo Portugal, estudam medidas semelhantes. Os investigadores alertam que, sem mecanismos de verificação mais robustos, estas restrições podem revelar-se pouco eficazes.