Os membros da Renamo António Muchanga e Geraldo Carvalho trocaram acusações, o que levou ao reacendimento das divergências internas do partido.
O chefe nacional de mobilização da formação política, Geraldo Carvalho, acusou António Muchanga de estar a contribuir para a destruição da organização e de agir em benefício de interesses externos.
Em resposta, Muchanga desvalorizou as acusações e disse considerar Carvalho “insignificante” e “irrelevante”.
Esta foi uma reação de Carvalho às declarações de Muchanga contra a liderança da Renamo, numa altura em que o ex-deputado exige mudanças na condução do partido e a realização de um congresso extraordinário.
Segundo Carvalho, Muchanga estará a aproveitar-se das oportunidades que lhe foram dadas pela Renamo para promover uma agenda que, na sua leitura, acaba por beneficiar a Frelimo, formação política no poder em Moçambique.