Estados Unidos e China estão a analisar, numa fase inicial, a possibilidade de realizarem visitas recíprocas a instalações ligadas ao setor nuclear. A iniciativa procura aumentar a confiança entre Washington e Pequim e diminuir os riscos estratégicos entre as duas potências.
A proposta terá partido da China e poderá incluir visitas a laboratórios e, eventualmente, a locais utilizados para testes nucleares. Os Estados Unidos pretendem aprofundar o assunto em encontros presenciais previstos para os próximos meses.
As conversações surgem num período de crescimento do arsenal nuclear chinês, estimado em cerca de 600 ogivas. Os Estados Unidos possuem aproximadamente cinco mil, segundo os dados apresentados. Pequim continua, no entanto, reticente quanto a negociações destinadas a estabelecer limites ao seu arsenal.