Os alarmes sobre o desaparecimento do jornalista e defensor dos direitos humanos na Venezuela, Carlos Correa, dispararam até aos escritórios da Amnistia Internacional em Londres.
Cidadão venezuelano e espanhol, Correa chega ao oitavo dia de desaparecimento forçado após ser sequestrado por agentes do Estado venezuelano. A esposa de Correa, Mabel Calderín, pediu a libertação do marido, que sofre de problemas de saúde.
Após a autoproclamação de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, as detenções de figuras da oposição ou ligadas a ONG voltaram a aumentar, como aconteceu há 10 meses com Rocío Sanmiguel.
À medida que a crise política se agrava, vozes do exílio venezuelano, como o líder da “Voluntad Popular”, Leopoldo López, são a favor da intervenção militar.
A líder mais importante dos setores democráticos, María Corina Machado, apelou aos venezuelanos para não se deixarem levar pelos gritos de desinformação e desesperança que vêm dos escritórios do Palácio Miraflores.