O mundo despede-se de uma das figuras mais influentes do século XXI. O Papa Francisco faleceu esta terça-feira, deixando um profundo vazio na Igreja Católica e no coração de milhões de fiéis em todo o mundo. Em Cabo Verde, a notícia foi recebida com consternação.
O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, expressou publicamente o pesar do Governo e do povo cabo-verdiano:
“Recebi com grande consternação a notícia da morte do Papa Francisco. Uma grande perda para a humanidade e para a Igreja Católica. Um bom homem, um bom pastor que deixa marcas profundas no seu tempo”, declarou.
Em sinal de respeito e homenagem, o Governo de Cabo Verde decretou dois dias de luto nacional, a contar da meia-noite desta terça-feira. A medida foi anunciada como forma de reconhecimento pela missão e legado do Papa, que, segundo o Chefe do Governo, será sempre lembrado como um defensor da dignidade humana, da paz e da justiça social.
Ulisses Correia e Silva sublinhou ainda que o Papa Francisco foi um combatente pela moralização da Igreja, pela transparência, pela defesa dos imigrantes e pela preservação do planeta, valores que marcaram profundamente o seu pontificado.
Apesar da esperança manifestada pelo país em acolher uma visita do Papa, tal não foi possível devido ao agravamento do seu estado de saúde. “Cabo Verde tinha esperança na sua visita, mas a fragilidade da sua saúde acabou por não permitir”, lamentou o Primeiro-Ministro. Ainda assim, destacou que o Sumo Pontífice “deixa-nos um legado inabalável de humanidade, de coragem e de fé”.
Num tom de reverência, Correia e Silva reforçou:
“Hoje, o mundo despede-se de um homem que marcou a História com a sua fé, compaixão e mensagem de esperança”. O Governo cabo-verdiano, em nome de todos os cidadãos, endereçou as mais sentidas condolências à Igreja e à comunidade católica nacional.
“Que o seu exemplo continue a inspirar o futuro com mais paz, mais solidariedade e mais liberdade no mundo”, concluiu o Primeiro-Ministro.
Anícia Cabral