A União Europeia manifestou-se “consternada” com a demolição, por Israel, de uma escola em Al-Aqaba, na Cisjordânia ocupada, que havia sido financiada pela UE e pela França. A instituição deveria servir centenas de estudantes palestinianos de diferentes comunidades da Área C.
Em comunicado, o Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) frisou que a educação é um direito fundamental e recordou que os projetos apoiados pela União têm como objetivo promover o desenvolvimento económico e melhorar a qualidade de vida das comunidades palestinianas.
Bruxelas exigiu que os investimentos realizados em benefício do povo palestiniano sejam respeitados e protegidos contra danos e destruição, em conformidade com o direito internacional.