O governo da França adiou para junho a análise de um novo projeto de lei destinado a combater o antissemitismo, após críticas e bloqueios no parlamento.
A proposta, associada à deputada Caroline Yadan, foi retirada da agenda da Assembleia Nacional devido a acusações de tentativa de limitar críticas a Israel.
O executivo comprometeu-se a apresentar um novo texto, baseado na proposta inicial, que deverá começar a ser discutido no Senado no final de junho.
A decisão gerou reações opostas: enquanto o centro considera que reforça o combate ao antissemitismo, partidos de esquerda veem o adiamento como uma vitória política e uma defesa da liberdade de expressão.