O Governo moçambicano decidiu aprovar a extinção do Fundo de Estradas e a reestruturação da Administração Nacional de Estradas (ANE), que passa a integrar, na sua estrutura orgânica, o Fundo de Estradas, como património autónomo da instituição.
O Fundo de Estradas tem agora de responder ao Conselho de Administração da ANE e será dirigido por um Secretário-Executivo.
O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, disse à imprensa que a extinção do Fundo de Estradas resulta de um processo de reestruturação institucional do setor de estradas do país, de maneira a assegurar a eficácia, eficiência, sustentabilidade e qualidade dos serviços.
Segundo o Ministério dos Transportes e Logística, a reforma visa eliminar a duplicação de estruturas que consumiam recursos administrativos e financeiros sem gerar mais eficiência, bem como dois conselhos de administração independentes, duas estruturas provinciais paralelas, dois processos de planificação sobre a mesma rede e dois ciclos de auditoria sobre os mesmos projetos.