Exame ao sangue pode prever sobrevivência a curto prazo em idosos

Um estudo da Duke Health, em colaboração com a Universidade do Minnesota, concluiu que um simples exame ao sangue pode ajudar a estimar a probabilidade de sobrevivência a dois anos em pessoas com 71 ou mais anos.

Os investigadores identificaram pequenas moléculas de RNA, designadas piRNAs, como fortes indicadores de risco. A análise de mais de 1.200 idosos revelou que níveis mais baixos de seis destas moléculas estavam associados a maior longevidade, com uma precisão preditiva até 86%, superando fatores como idade ou colesterol.

Os resultados, validados num segundo grupo, foram obtidos com recurso a inteligência artificial. A equipa vai agora investigar se tratamentos ou alterações no estilo de vida podem influenciar estes marcadores, abrindo perspetivas para promover um envelhecimento mais saudável.

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