Um estudo internacional identificou microplásticos e nanoplásticos em praticamente todas as amostras de tecido cerebral analisadas, incluindo em pessoas saudáveis e em doentes com tumores.
Os dados mostram presença destas partículas em quase 100% dos casos, com níveis mais elevados nas zonas próximas de tumores. Os investigadores admitem que alterações na barreira hematoencefálica — responsável por proteger o cérebro — podem facilitar a entrada desses materiais.
Apesar da descoberta, ainda não há certezas sobre como os microplásticos chegam ao cérebro nem sobre os seus efeitos na saúde. A comunidade científica pede mais investigação para avaliar possíveis riscos e melhorar os métodos de deteção.