Agentes de IA desenvolvem linguagem própria em experiências virtuais

Vários agentes de inteligência artificial criaram formas de comunicação próprias durante experiências realizadas num ambiente virtual, com expressões e termos que os investigadores tiveram dificuldade em interpretar.

O estudo do laboratório Emergence envolveu modelos como DeepSeek, Anthropic, Mistral, Claude, Gemini, Grok e GPT-5 Mini. Os agentes receberam memória, diferentes funções e autonomia para gerir comunidades virtuais.

Os testes revelaram comportamentos muito diferentes: algumas sociedades permaneceram estáveis, enquanto outras registaram conflitos, violência ou entraram em colapso por falta de recursos.

Os investigadores alertam que estes resultados mostram a necessidade de compreender melhor a comunicação e o comportamento de sistemas de IA cada vez mais autónomos.

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