IA generativa torna-se ferramenta de apoio emocional em 2025

A inteligência artificial generativa está a ser cada vez mais usada como fonte de apoio pessoal e emocional, aponta um relatório da Harvard Business Review. Em 2025, as aplicações mais comuns desta tecnologia vão além do trabalho, ganhando destaque no acompanhamento psicológico e na autorreflexão.

Assistentes baseados em IA, como o ChatGPT, Claude ou Copilot, estão a ser utilizados para ajudar as pessoas a pensarem sobre as suas escolhas, valores e bem-estar emocional.
Esta tendência representa uma viragem: a IA já não é vista apenas como instrumento de produtividade, mas como aliada no desenvolvimento pessoal.

O uso para gerar ideias ou procurar informações específicas, que liderava em anos anteriores, perdeu relevância. A IA é agora cada vez mais usada para promover o autoconhecimento e a superação pessoal.

Apesar da popularidade, persistem dúvidas sobre a fiabilidade da tecnologia em áreas sensíveis, como a saúde.

O bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, alerta que a IA ainda não reúne condições técnicas e éticas para tomar decisões clínicas, sublinhando a falta de transparência e validação científica dos algoritmos.

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