Mark Zuckerberg acredita que a superinteligência artificial poderá criar mais empregos do que eliminar, contrariando os alertas de outros líderes tecnológicos sobre o impacto da IA no mercado de trabalho.
O fundador da Meta prevê o aparecimento de profissões que hoje praticamente não existem, como criadores de mundos virtuais, designers de estúdios individuais e “biólogos pessoais”, capazes de desenvolver soluções de saúde adaptadas a cada pessoa.
Ainda assim, admite que a transição poderá ser difícil se a automação avançar mais depressa do que a capacidade dos trabalhadores para adquirir novas competências.
Zuckerberg destaca também a crescente procura por profissionais de áreas como construção, eletricidade e manutenção, essenciais para acompanhar a expansão dos centros de dados.
Na educação, defende que a IA poderá tornar-se uma ferramenta cada vez mais importante, oferecendo tutores personalizados capazes de ajudar estudantes e adultos a aprender novas competências ou mudar de carreira.