Alunos internacionais podem frequentar ano preliminar para melhor integração académica

A Ministra da Ciência e do Ensino Superior, Elvira Fortunato, anunciou, no início da semana, durante a apresentação do estudo “Estudante dos PALOP e de Timor-Leste a frequentar o ensino superior”, no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), que os estudantes internacionais vão poder frequentar um “ano propedêutico”, para melhorar integração e sucesso académico.

A titular da pasta do Ensino Superior referiu que vão ser criadas quotas por país “para evitar situações de acesso indevido aos regimes e prever a possibilidade de o ingresso para os alunos dos PALOP e Timor-Leste ser faseado e iniciado por um ano propedêutico.”

O aumento de vagas em mestrados e doutoramentos destinadas aos bolseiros dos PALOP e de Timor-Leste também deve ser aumentado, indicou Elvira Fortunato, que simplificar o processo de ingresso no ensino superior e agilizar a atribuição de vistos de estudo.

O estudo apresentado no IPB revelou que os estudantes internacionais, nomeadamente daquelas proveniências, têm um desempenho académico inferior aos nacionais e que a taxa de desistência no primeiro ano é mais elevada.

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