A Amnistia Internacional denuncia “um padrão de uso excessivo e desnecessário da força pela polícia durante o mandato do Presidente João Lourenço”.
Neste âmbito, a organização não governamental que defende os direitos humanos defende que as autoridades angolanas devem garantir a prestação de contas pelos agentes da polícia responsáveis por mortes, ferimentos e trauma causados a dezenas de pessoas durante as manifestações que ocorreram entre novembro de 2020 e junho de 2023.
O pedido foi feito através de um novo relatório apresentado à imprensa nesta quarta-feira, 27 de novembro, em Luanda.
O documento é intitulado “Promessas quebradas: Manifestantes entre gás lacrimogénio, balas e bastões em Angola”. Através dele, a Amnistia Internacional insta a polícia angolana a “parar de atacar os manifestantes e respeitar e defender o direito de todos à liberdade de reunião”.