A líder do Partido Humanista de Angola (PHA), Florbela Malaquias, decidiu processar os membros que moveram o acto de destituição da dirigente.
Após os membros da Comissão Política terem deliberado a destituição de Malaquias do cargo de presidente da formação política, a direção da mesma moveu um processo-crime contra os autores do acto de destituição por uso ilegal dos símbolos do PHA.
Segundo o documento divulgado pela Rádio Correio da Kianda, a dirigente eleita democraticamente mantém-se em pleno exercício de funções, com a legitimidade conferida pela assembleia constitutiva e reconhecida pelas autoridades do Estado.
Neste sentido, considera de falsa e ilegal a alegada destituição da líder do PHA, movimento que diz estar a ser levado a cabo por um pequeno grupo de insurgentes.
No mesmo documento é ainda mencionado que estão a decorrer os trabalhos preparativos da primeira Convenção Ordinária, que decorrerá no dia 30 de agosto. De acordo com o vice-presidente da jurisdição e assuntos parlamentares, Roque Delgado, Florbela Malaquias só deixará a presidência depois da convenção, caso os delegados não a queiram reconduzir.