Angola: Oposição quer que MPLA tome posição contra a Frelimo

O Governo angolano ainda não se pronunciou sobre a situação pós-eleitoral em Moçambique, nem condenou o duplo homicídio em Maputo.

Recorde-se que, em Moçambique, o advogado Elvino Dias, mandatário e assessor jurídico do candidato presidencial Venâncio Mondlane, e Paulo Guambe, porta-voz do PODEMOS, foram assassinados a tiro no dia 18 de outubro.

Neste âmbito, a oposição em Angola exige uma posição de Luanda. Durante o silêncio do Governo, organizações internacionais têm condenado a violência, como é o caso das Nações Unidas, União Europeia, União Africana e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O partido União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) também já se pronunciou contra o sucedido em Moçambique, bem como a Frente Patriótica Unida (FPU).

De lembrar também que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) tem uma grande proximidade com a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), sendo ambos partidos no poder nos seus respetivos países.

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