O Partido Pacífico Angolano (PPA) partilhou a sua preocupação no que diz respeito à contratação da empresa INDRA por parte da Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
Isto porque a mesma terá sido alegadamente feita através de um processo envolto em silêncio onde faltam elementos fundamentais como o edital, critérios de adjudicação, concorrentes e auditorias independentes.
O líder do PPA, Eduardo Garcia, revelou recentemente em conferência de imprensa, em Luanda, que a formação política vai avançar com uma ação junto do Tribunal Constitucional para exigir que a CNE apresente provas concretas que atestem a transparência e legalidade deste processo.
Garcia considera que quem organiza as eleições deve saber que as mesmas não se sustentam em discursos, mas em confiança, e que a confiança constrói-se com clareza, fiscalização e responsabilidade institucional.