Angola poderá realizar, ainda em 2026, os primeiros transplantes menos complexos, como os renais e de medula óssea, avançando mais tarde para transplantes de córnea.
A informação foi divulgada em Luanda pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, na saída da primeira reunião ordinária da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros.
Na sessão, foram apreciados o Projecto de Decreto Presidencial que aprova o Regulamento da Lei dos Transplantes de Células, Tecidos e Órgãos Humanos e o Projecto de Decreto Presidencial que cria o Serviço de Coordenação e Supervisão da Transplantação, incluindo o seu Estatuto Orgânico.
A ministra explicou que a aprovação destes decretos é essencial para tornar a transplantação uma prática sustentada e efetiva em Angola.