Os mais recentes dados da agência da ONU para Refugiados, revelou que os 3 732 congoleses e dependentes apoiados durante o processo de retorno voluntário, receberam documentação do Acnur emitida pelo governo angolano, com nascimentos e óbitos registados semanalmente.
O conflito na região de Kassai levou milhares de pessoas a solicitar abrigo na província angolana de Luanda Norte. O acampamento de Lóvua acolhe 69% dos refugiados, sendo que os restantes vivem em regiões próximas.
Em 2023, cerca 820 congoleses que solicitaram abrigo em território angolano foram repatriados após terem fugido do conflito da região de Kassai para a província de Lunda Norte. A situação, declarada como emergente pelas autoridades de Angola, ditou a criação do assentamento de Lóvua, em 2017, que acolhe e garante asilo, assistência e proteção aos congoleses.
Mais de 14 mil refugiados retornaram de forma espontânea de Angola à República Democrática do Congo, nos últimos três anos.