O Rio de Janeiro recebe esta semana a Conferência Internacional “Light na América do Sul” (LISA 2025), que reúne cientistas de 12 países para debater avanços em óptica, fotónica e inteligência artificial, fortalecendo a cooperação científica entre China e Brasil.
O evento, que decorre até sexta-feira (17), é organizado pelo Instituto de Óptica, Mecânica Fina e Física de Changchun (CIOPM), pela UFPE e pela PUC-Rio, com apoio da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Chinesa de Ciências.
Segundo o presidente da conferência, Anderson Gomes, a LISA 2025 marca “um passo histórico para o fortalecimento da ciência na América do Sul”. A engenheira Bai Yuhong, do CIOPM, destacou que a ciência “é uma ponte para o progresso compartilhado”, enquanto Isabel Carvalho, da PUC-Rio, afirmou que o evento consolida o continente como “novo polo global em óptica e fotónica”.
Durante a cerimónia de abertura, foi inaugurado o Escritório da Light na América do Sul, o 27.º centro regional da rede científica Light: Science & Applications, que atuará como ligação permanente entre instituições brasileiras e chinesas.
A edição no Rio reforça o papel do Brasil como parceiro estratégico da China na inovação e pesquisa, posicionando a América do Sul como protagonista no cenário científico internacional.